quarta-feira, agosto 31, 2011

BOLIVAZA!!!!!

E aí cambada de trouxa! Aqui é o Trouxa Chefe do Trouxa Vermelho. Mais uma noite que somos feitos de palhaço.

Querer ou se achar feliz como Colorado é um esporte perigoso. Passei o jogo falando ao meu Pai (como sempre digo) 2 a 0 é o resultado mais perigoso do futebol. Quando fizemos o terceiro ele disse "agora tá no papo". Até eu acreditei, afinal tava 3 a 0 faltando menos de 15 minutos.

Não é que em 11 minutos Bolivar consegiu falhar 3 vezes e o Santos empatou. No fim torci pelo quarto do Santos porque perder 2 pontos desse jeito melhor era perder 3 de vez. Só o Inter mesmo.

Eu como sempre, não sou de culpar o tecnico primeiro, culpo os jogadores primeiramente quase sempre, ou por falta de vontade, inteligencia ou futebol mesmo, mas o que que o infeliz do Dorival que é pago pra ser tecnico tava pensando quando com 30 minutos de jogo no 2 Tempo ele não tinha feito uma substituição e ai depois de tomar um gol o gênio troca 2 de uma vez. Qualquer criança sabe que o negocio é trocar 1 agora...e outro daqui a 2 minutos pra dar uma segurada. O cara que ganha salario pra saber o esse basico do futebol me troca dois ao mesmo tempo.

E o que falar do Bolivar? Já falei mas vou repetir essa bosta tem que vazar. Nos 2 primeiros gols ele ficou parado, assistindo. No terceiro furou na bola...pior furou meio passe no pé do inimigo. Borges que retornava ao local onde matou Bin Laden fez a festa na defesa Mazêmbica. É brincadeira isso.

Pensei que ia dormir feliz. Puta que pariu...go fuck yourselves you bunch of fucking assholes!

De resto essa cagada monumental apagou o que era até então uma boa partida do Inter e em particular do Nei. Alem dessas cagadas temos que ainda tolerar juiz de futebol que erra cada vez que bota o apito na boca. O jogo era pra tá 4 a 0 pois teve um penalti não dado no Dellagabiru e um gol muito mal anulado do Elton.

3 a 3. Vergonhoso. Não aguento mais. Se Bolivar entrar em campo novamente com titular acho que perco a cabeça. Vocês que tão aí em Porto Alegre tiram suas bundinhas da poltrona e vão lá no Beira Rio protestar porra!!

A piada que ia fazer quando tava 3 a 0 era: Boa Noticia hoje, Bolivar fez gol, mau noticia...Bolivar fez gol. Agora perdeu a graça.

INTER x Santos

Aí pessoal, não tenho tido muito tempo nos ultimos dias, mas postarei no proximo dia ou dois mais uns candidatos para o novo escritor do BV.

Hoje temos mais um jogo e admito que a derrota no Grenal foi um back grande. Foi agua na minha cerveja. Se não fosse inicio do segundo turno estaria desanimado. Mas é sempre a mesma coisa: "hoje temos que ganhar". E ai se não ganha: "temos que ganhar a proxima!". Uma pena, falta os jogadores entenderem que no Brasileirão não existe recuperação de pontos. Perdeu, nunca mais vão recuperar pois são 38 finais. Tanto faz a rodada. Os caras acham que podem relaxar se ganham duas seguidas pois tem credito ou se é a vigesima segunda rodada. Mas não é assim.

Ganhar o Brasileirão poderia ser TÃO SIMPLES, se a cada rodada os jogadores quissesem MESMO, basta ter um grupo um pouco qualificado, algo que nos temo mesmo cheio de deficiencias. Mas alguem vá explicar isso aos 11 jogadores em campo.

Previsão Otimista: 3 a 1 pra nos.
Previsão Provável: Empate
Previsão Pos-Derrota: Vitoria com folga, 2 a 0.
Previsão Já vi esse Filme: perdemos 2 a 1 com as falhas de sempre.

PS: Off, meu Pai tinha aqui nos EUA em 86 um VW Karmann Ghia, um dos primeiros carros que eu dirigia com regularidade. Depois ele arrumou o carro e vendeu. Desde então lamento não ter comprado dele. Sempre lembro daquele carro. Ultimamente (e não sei porque demorou tanto tempo) tenho vasculhado a Internet pra achar um pra mim. Tô só pesquisando ainda (preço varia de US$2500 - em condições precarias- passando por $6-10 em boas condições pra mais de $10 ou 20 mil pra colecionavel). Só pra babarem um pouco (se der certo vai foto de Karmann Ghia toda rodada (sorry Musa!)



terça-feira, agosto 30, 2011

Temos que esperar alguém fazer primeiro?

Certezas andam em falta no Inter. A única certeza é aquela compartilhada por todos nós: seremos sempre colorados. Afora isso, o ciclo virtuoso, mas vicioso, continua como sempre nos últimos anos. Os títulos vêm sim, como enfatizam muitos leitores do blog. Só podemos parabenizar a todos do clube por isso, mesmo os que atrapalham, pois pelo menos não atrapalharam ao ponto de impedir os títulos! Mas... sempre há um porém.

Nosso time não consegue manter uma performance estável. E, claro, isso não é nosso privilégio. Os demais clubes padessem do mesmo. Mas qual é o parâmetro do Inter? O Flamengo? O MSI? O São Paulo? Qual clube do Brasil, afinal, pode ser parâmetro para nossa auto-avaliação? Quando me faço essa pergunta, não consigo pensar num clube brasileiro que sirva. Seria o São Paulo, se este não tivesse também mostrado fragilidades nos últimos anos. Alguns clubes se despontam por uma ou outra qualidade, como estes citados, mas principalmente dou mais crédito ao São Paulo, Cruzeiro e Santos. Cada um tem algumas virtudes, como uma ótima estrutura ou uma base forte. Mas de modo geral, estes também são instáveis.

Portanto, quando penso nisso só consigo pensar grande, afinal, "aqui é Inter". Poderíamos, como muitos sugerem por aqui, agradecer ao FC & Cia e calar a boca, afinal, "quem reclama não viu os anos 80 e 90". Certo, poderíamos sim. Viver de momentos de glória, com sorte durando alguns anos, como agora, pra depois cair no ostracismo por 5, 10, 15 ou 20 anos, quiçá mais. É uma opção, respeito, mas não pra mim. Não há uma prova concreta de que um clube não possa ter uma performance estável não só em campo, mas de modo geral (na base, nas outras modalidades que inclui, na administração, na qualidade do serviço, etc.).

Por quê o Inter não pode ser o primeiro clube brasileiro a ter uma atuação extremamente sólida e um desempenho excepcional em todos os aspectos? Temos que esperar outro clube fazer isso, pra depois copiar? O Inter não é capaz de liderar esse processo? Ou vamos esperar o Grêmio, por exemplo? Ou vocês acham que o momento deles vai durar pra sempre? Eles estão exatamente onde o Inter vai estar "amanhã", se seguir no mesmo rumo. Ficaram eufóricos com o sucesso da década de 90, ficaram dependentes de algumas parcerias e figuras do clube e, quando estas se foram - pois todas vão, cedo ou tarde - caíram num abismo. Não se enganem, colorados, FC & Cia não duram pra sempre. E se você só pensa no hoje, no agora, então, bem, não é de você que o Inter precisa.

O clube precisa de mudanças profundas que permitam dar sustentação ad eternum. É aí que entra o Convergência, mas também qualquer outro movimento inovador ou que queira se reinventar dentro do clube, que busque a profissionalização da gestão, a transparência, que busque a autocrítica e, o mais importante, que tenha a coragem de ousar. É fácil se colocar numa situação confortável e dizer que do jeito que está "é o único jeito de fazer". É assim que mentes medíocres funcionam. Difícil, mas muito prazeroso, é ser criativo, perfeccionista, sempre insatisfeito. Pra quem não conhece, vale a pena ver a história do Cirque du Soleil: um grupo de artistas de rua que ousou sair da mediocridade, simplesmente questionando os limites impostos pelos próprios colegas de profissão.

Torço e continuarei na medida das minhas forças e possibilidades, a incentivar nosso Inter a ser o primeiro a sair da mediocridade. Esboçamos sim um passo nos últimos anos, com alguma melhoria na gestão, com o programa de sócios, mas paramos no tempo, nos acomodamos muito cedo, e ele (o tempo) já começa a cobrar do clube, como mostra a debandada de sócios e o aumento de inadimplentes.


Alguns podem alegar que estou muito exigente. Não, sei que somos todos humanos. Sei também que não há perfeição neste mundo, mas também sei há belas tentativas. O Inter pode ser o próximo a tentar, ou melhor, ousar.

"Futebol é uma Máfia"

Taí a entrevista do Sul21 com o Roberto Siegmann. Acho que aqueles torcedores que achavam que tudo cheirava a rosas no Beira Rio e que todos os rumores que circulam são falsos, acho que as palavras do ex Vice de Futebol mostra que há muita verdade no que a gente fica escutando por aí. Claro temos que filtrar os rumores mas sempre sobra algumas verdades. O Siegmann não é dono da verdade, mas para um recente ex-vice falar essas coisas isso mostra que tem muita verdade no que se ouve por aí.

Acho que fica claro que Fernando Carvalho realmente virou uma especie de "dono do Inter". Mesmo sem ter cargo no clube tudo passava por ele. Depois da saída do Siegmann isso ficou mais obvio com ele viajando com o clube a Europa e Argentina mesmo sem ter cargo oficial. Nada contra FC, mas a pergunta é "Porque?". Porque que alguem sem cargo continua envolvido com o clube? Porque uma pessoa sem cargo tem o direito de filtrar ou vetar decisões no clube? É porque ele é respeitado pelo que fez no Inter ou porque ele tem interesses financeiros no Inter? ESTA É A PERGUNTA! E aí que está o problema. Finanças pessoais de dirigentes não podem ser dependentes de jogador A, B ou C. Isso cria um conflito de interesses do Dirigente contra os interesses de nos os torcedores e socios. Nos queremos vitorias e eles querem promover seus investimentos.

Por mim Fernando Carvalho pode ser Presidente pros proximos 20 anos mas com uma condição importante: Ele ou qualquer outro dirigente tem que ter um Salario mas sem % em jogador algum. A meta do dirigente do Inter deve ser UM SÓ. Vencer em campo e fazer o Socio feliz. Em segundo plano a meta de um dirigente deve ser evitar Vendas dos seus craques e não vende-los assim que se destacam. Mas quando um dirigente tem % em jogador isso nunca vai acontecer.

Siegmann tambem confirma na entrevista que tem muito jornalista comprado por aí. Isso é outra coisa que circulava como rumor e que o ex-Vice agora confirma. Muito interessante a entrevista. Leiam.

Sul21 – O que deu e o que não deu certo em seu período como diretor de futebol do Inter?

Roberto Siegmann – O que deu certo foi a reestruturação do departamento de futebol. Conseguimos uma economia de aproximadamente R$ 2 milhões mensais na folha de pagamento e a conquista do Campeonato Gaúcho, que estava quase perdido. Acho que a avaliação do que foi feito no departamento de futebol só pode ser positiva.

Sul21 – Como foram obtidos esses R$ 2 milhões de economia na folha?

Roberto Siegmann – Primeiro resolvendo alguns problemas crônicos como Ilan e Edu (dois jogadores que vieram da Europa com altos salários e não deram resultados em campo), assim como a demissão de inúmeros jogadores do Inter B e de outros jogadores das categorias de base que estavam “empilhados”, sem perspectivas de utilização. Também houve a não renovação com o Rafael Sóbis. Então foram várias ações que resultaram em grande economia.

Sul21 – A que o senhor atribui o episódio de sua saída?

Roberto Siegmann – O presidente Giovanni Luigi é muito temeroso e lento para modificar quaisquer estruturas no clube. Um presidente lento e corajoso ainda seria aceitável, mas suas tomadas de decisões são muito demoradas. Não havia nenhuma tentativa de Fernando Carvalho de interferir no trabalho, porém um temor reverencial por parte do presidente em relação à figura de Fernando Carvalho. Qualquer coisa que pudesse atingir a memória ou aquilo que ele pensasse ser o patrimônio de Fernando Carvalho era evitado.

Sul21 –Era uma espécie de autocensura?

Roberto Siegmann – Sim, uma autocensura. Funcionava no imaginário.

"Não havia nenhuma tentativa de Fernando Carvalho de interferir no trabalho, porém um temor reverencial por parte do presidente em relação à figura de Fernando Carvalho" | Foto: Divulgação/Internacional

Sul21 – A manutenção do Celso Roth no início do ano foi um desses “temores reverenciais”?

Roberto Siegmann – Luigi foi engolido. Eu conversei com Vitorio (Piffero) e ele numa reunião do departamento de futebol onde parecia que prevaleceria a posição que era a seguinte: ganhando ou não, o Celso seria substituído. O motivo era simples. Se ganhássemos, nós já tínhamos a experiência com o Abel pós-Yokohama. Ele estava desmobilizado. Perdendo, era mais óbvia a necessidade de substituir, porque o Celso já tem um estigma de ser um treinador com mau relacionamento com as torcidas. Mas eu acho que o trabalho do Celso é perfeito em determinados momentos. Ele trabalha muito, é um sujeito muito íntegro, mas eu entendia que a derrota seria fatal. Em qualquer empate ou derrota, todos lembrariam de Abu Dhabi. E, realmente, quando eu o demiti, havia uma grande rejeição da torcida em relação a ele. De 70 a 80 sócios se desligavam do clube por dia, então eu achei que era o momento de trocar, mesmo contrariamente à posição do presidente.

Sul21 – O senhor falou em Ilan, Edu e outros jogadores que estavam sem utilização. Alguns desses jogadores são mantidos por pressão de empresários?

Roberto Siegmann – A princípio não. É que quando tu tens muito dinheiro, tu apostas em vários jogadores que possam desenvolver bom futebol. Eu não tinha muito. Então contratei o Cavenaghi que veio de graça, o Bolatti, que foi uma compra parceladíssima, o Zé Roberto, cuja negociação foi direta, e algumas apostas como o Siloé e o Gilberto. Porém, houve um momento no ano passado no Inter em que se contratava à rodo. Aí é fácil acertar, os erros não aparecem. Os empresários são muito úteis quando a gente precisa de alguém, são como corretores de imóveis, eles te orientam e às vezes fazem oferecimentos em condições vantajosas. Ou seja, há momentos em que pode ser bom ou ruim a presença deles. Sobre Edu e Ilan, não havia pressão de empresários, foram apenas duas tentativas que não deram certo. Quando isso acontece, o fato desafia o dirigente a tomar uma atitude. O Edu era uma pessoa admirada por todos no vestiário, tinha uma boa relação, mas estava mal e aquilo perturbava a todos. Isso contagia e então era melhor retirá-lo do vestiário. Só que para fazer isso há que assumir o erro. Uma das formas de resolver a questão é de ignorar o fato deixando-o cair no esquecimento.

Sul21 – Houve algum confronto quando da extinção do Inter B?

Roberto Siegmann – O Fernando Carvalho entendeu que sim, ele se sentiu atingido. Ele tinha montado aquele time, mas eu, no cargo, fiz o que achava melhor. E acho que tinha razão.

"Comecei a examinar cada contrato daqueles jogadores e tomei um susto: eram jogadores extremamente bem pagos que estavam numa zona de conforto, numa espécie de come-dorme. Foi o que me fez objetivamente a acabar com o Inter B" | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Sul21 – O Inter tentou quebrar uma dependência para com os empresários? Eles influenciam, incomodam?

Roberto Siegmann – No meu período não houve interferência de empresários. Apenas no jogo contra o Corinthians, em São Paulo, houve um desconforto entre mim e o presidente, em função de uma reclamação do (Delcir) Sonda (investidor que detém os direitos econômicos de alguns jogadores do Internacional) de que ele havia sido mal tratado pelo Inter. Isso não é verdade. Eu simplesmente não abri para ele o alojamento, o local onde eram feitas as refeições, o ônibus que a delegação usa. O que é promíscuo não é a atuação dos investidores, isso é natural, é um mal necessário, como um corretor. Eles ganham, mas fazem um serviço, muitos deles fazem bons serviços. O que eu não permiti foi a promiscuidade da convivência. O Felipão também não permite isso e brigou com o Sonda. No caso do Sonda no Inter, há o problema de ele ser muito rico e colorado, então age como se fosse meio dono do clube. Eu vetei apenas isso. Eu abri o clube para outros empresários que não vinham trabalhando no clube. Havia uma centralização em dois ou três. Eu abri para empresários argentinos e italianos que trouxeram o Cavenaghi e o Bolatti. Houve também negociações diretas com o clube em que joga o atleta, como a do Zé Roberto, feita diretamente com o Vasco.

Sul21 – Logo após sua saída, houve um retorno inesperado de alguns jogadores anteriormente desaprovados, como Marquinhos e Wilson Mathias. A Convergência Colorada, grupo de conselheiros do Inter, atualmente pede detalhes dos contratos destes jogadores e dos de Jô e Rodrigo. Quem são os donos destes jogadores?

Roberto Siegmann – Pedem o do Dalton também. O Marquinhos foi surpreendente mesmo. Olha, eu tenho que acreditar que os donos dos passes destes atletas são aqueles que aparecem no papel. Quando eu extingui o Inter B, fiz um exercício bem racional: nós estávamos em meio ao Campeonato Gaúcho e à Libertadores, naquela época o treinador do Inter B era o Enderson Moreira, que a meu juízo não tinha a menor autonomia para escalar o time. Ele sofria a enorme influência de um ex-diretor das categorias de base que se chama Giscard Salton e eu via que ele obedecia. Havia também uma enorme diferença entre a forma como era controlado o grupo não tinha nada a ver com a forma muito mais rígida e cobradora do Celso Roth. As pessoas do Inter B eram “doces de pessoa”. Comecei a examinar cada contrato daqueles jogadores e tomei um susto: eram jogadores extremamente bem pagos que estavam numa zona de conforto, numa espécie de come-dorme. Foi o que me fez objetivamente a acabar com o Inter B. O meu limite foi aquela partida contra o Cruzeiro de Porto Alegre, quando fomos desclassificados. A zona de conforto era tamanha que ninguém apareceu para bater os pênaltis decisivos, os caras caíam em campo e sobrou para o goleiro Agenor bater pênalti. Então, após o jogo, eu entrei no vestiário, dei um chute numa lata de lixo e acabei com o Inter B. E mais: eu descobri que os jogadores do Inter B tinham medo de serem chamados pelo Celso Roth para treinar com o time principal por causa da rigidez. Estavam adaptados ao conforto.

"Luigi o presidente foi tirando cada vez mais poder do Aod porque ele estava batendo contra as mesmas contradições que eu enfrentava: atentar contra o Novo Testamento de Fernando Carvalho" | Foto: Divulgação/Internacional

Sul21 – Como foi a saída do Aod Cunha?

Roberto Siegmann – A saída do Aod foi muito parecida com a minha. Quando ele assumiu, a ideia era a de que precisávamos profissionalizar a administração do clube e de que seria necessário alguém suprapartidário. No comitê de gestão, eu pedi que só fossem contratados jogadores para as categorias de base com laudos assinados por alguém que os avaliasse. Houve alguns casos de jogadores que receberam avaliações conclusivas de que não se deveria contratar. Mas logo de cara o presidente Luigi pediu para que eu contratasse o “Joãozinho” e o “Pedrinho”. Isso estabeleceu um conflito, pois eu não poderia estabelecer uma regra para ser quebrada logo de início. O Aod ficou com a minha posição e nós começamos a formar uma espécie de parceria. Depois disso eu aceitei a ideia dele de cortar despesas no futebol, que é onde mais se gasta, desde que trabalhássemos com três orçamentos: um para um cenário positivo, outro para um médio e outro para um negativo. A redução de despesas também foi submetida a ele. Ele me apoiou quando da extinção do Inter B. Então, o presidente foi tirando cada vez mais poder do Aod porque ele estava batendo contra as mesmas contradições que eu enfrentava: atentar contra o Novo Testamento de Fernando Carvalho.

Sul21 – Houve algo com a Rede Globo, não?

Roberto Siegmann – Sim, houve. O presidente várias vezes descredenciou o Aod para que ele representasse o clube nas negociações. Sempre era necessário falar com o Carvalho antes. Então, ele me disse: ou o Fernando volta para o clube ou nós assumimos. Esse foi o problema do Aod.

Sul21 – Ao aceitar a nova distribuição dos direitos de TV, o Inter e o Grêmio assinaram seu atestado de pequenez em relação aos clubes de Rio e São Paulo?

Roberto Siegmann – Não. Nós temos que considerar nosso mercado. Não adianta fugir à realidade. Futebol é entretenimento e isso dá dinheiro. Como? Pela audiência. Onde tem mais audiência tem mais verba publicitária e maior retorno. Não dá para comparar nossa audiência com as do centro do país. É uma tendência óbvia. Agora, em contrapartida, nenhum outro lugar do país tem nossa dicotomia. Por que o Inter tem mais de 100 mil sócios? E por que o Grêmio pode chegar ao mesmo número? Porque o estado é dividido. Há 5 milhões de um lado e 5 de outro. Isso é um enorme desafio para a criatividade dos clubes de utilizar esse fator regional e fazer disso um grande negócio. Se a gente, numa hipótese louca, conseguisse um real por mês de cada torcedor, seríamos poderosíssimos. E o Grêmio também. O Inter tem 105 mil sócios. Essa relação direta do torcedor com o clube só nós temos. Isso não ocorre no centro do país.

"A situação financeira do clube é dramática. Se não vender o Damião, não tem como chegar ao fim do ano que vem" | Foto: Divulgação/Internacional

Sul21 – E a situação financeira do clube?

Roberto Siegmann – A situação financeira do clube é dramática. São 24 milhões de reais de deficit acumulados este ano. No ano passado, este déficit foi mascarado pela venda do Estádio dos Eucaliptos. O déficit foi minorado, mas a situação é dramática. A venda do Leandro Damião é uma questão emergencial. Se não vender o Damião, não tem como chegar ao fim do ano que vem. É só uma questão de preço, de oportunidade.

Sul21 – Por que os grandes clubes e as federações reelegem sistematicamente o Ricardo Teixeira? Qual é a vantagem? De que forma ele aglutina os dirigentes?

Roberto Siegmann – O futebol é uma máfia. Não tem nada mais parecido com a máfia do que o futebol. O futebol funciona, aqui e em nível internacional, em cima da troca de favores. Como a máfia funciona pela troca de favores. Então como é que as pessoas se elegem? Os presidentes das federações se elegem como? Ora, botando um gramado num campo do interior, abrigando as delegações em um hotel quando vão jogar fora de casa. Então, mediante pequenos favores, eles obtêm os votos tornando-se figuras absolutamente imbatíveis dentro de uma estrutura que não é nada democrática. A estrutura do futebol é tão antidemocrática que o presidente da Confederação Sul-Americana (Conmebol), Nicolás Leoz – que será mumificado na liderança do futebol sul-americano – tem uma declaração muito antiga de cada federação obrigando-se por si e por seus sucessores a votarem nele. É o restabelecimento da monarquia. E é assim na FIFA e nos países. Para quem gosta de Direito, há uma coisa fantástica. Sabemos que todas as nações são soberanas, com seu próprio Direito, sua Constituição, etc. Porém, o futebol tem uma estrutura própria que se sobrepõem às leis de cada país. Se a FIFA decidir punir um clube no Brasil, não adianta recorrer a ninguém.

O futebol é uma máfia. Não tem nada mais parecido com a máfia do que o futebol. Ramiro Furquim/Sul21

Sul21 – Tudo amarrado entre si.

Roberto Siegmann – Claro. Todas as federações têm um Tribunal de Justiça Desportiva e quem indica seus membros? O presidente da Federação. Eu, quando bati de frente com o Noveletto (Francisco Noveletto, presidente da Federação Gaúcha de Futebol), quase levei seis meses de gancho. E junto com isso vêm as ameaças ao clube que poderia ficar sem disputar competições. Foi o que ocorreu em 2005. Fomos roubados e a estrutura do futebol não permitia que o Inter questionasse o ocorrido porque ficaria fora das principais competições. É uma estrutura mafiosa que pisa na democracia e no direito individual e ainda implica em malversação de verbas. O futebol move muito dinheiro e é algo sem controle nenhum.

Sul21 – E o papel da imprensa nisso tudo?

Roberto Siegmann – Querem saber? Vocês não vão bater em mim? Eu acho a imprensa esportiva a mais desqualificada de todas. Para ser jornalista econômico, o cara deve saber algo de economia; para ser jornalista político, o cara tem que ter um conhecimento mínimo de como as coisas funcionam e as competências de cada setor e órgãos. Para ser jornalista esportivo é só o cara falar bem e saber que são onze contra onze. Porque de resto é só inventar ou embelezar os fatos. Veja o rádio: temos três ou quatro emissoras que dedicam 60% de seus espaços com esporte. Não há tanto assunto. E em Porto Alegre só há dois clubes grandes. O que ocorre é a valorização da banalidade absoluta. Eu enfrentei o caso Índio no ano passado. Foi um massacre da imprensa para cima dele por causa daquele corte na mão. E eu bati de frente com a imprensa, blindei o Índio. Por quê? Ora, ele estava de folga. Não interessa se ele caiu em casa ou noutro lugar, temos que resguardar a individualidade, mas aquilo precisava virar notícia e escândalo. Os caras enlouqueceram, foram ao hospital, à polícia, etc. Então, quando do episódio, eu, mal comparando, falei com um editor de esportes de um grande jornal. Referi o acontecido com o neto de um grande empresário de comunicação e lhe disse que saíra uma notinha mínima. Quando, às seis da manhã, um artista da Globo cai no Arroio Dilúvio com seu carro e dá entrevista num estado que parece ser o de um alcoolizado dizendo que ia buscar a filha, sai outra notinha. Mas o Índio, que é do futebol, corta a mão e todo tipo de suposição é discutida. Eu só respeito o Ruy Carlos Ostermann, recém aposentado, que tinha uma visão de mundo que extrapolava os limites do futebol. Ele não se metia em fofocas.

Sul21 – Há jornalistas na folha de pagamento de clubes?

Roberto Siegmann – Há das mais variadas formas. Às vezes comprando livros, às vezes comprando CDs. Tem de tudo.

Sul21 – Sobre a parceria com a Andrade Gutierrez. Fala-se num recuo do Inter e que o novo contrato seria extremamente ruim para o clube…

Roberto Siegmann – É possível. O presidente Giovanni Luigi é uma pessoa de temperamento muito fraco. Quando assumimos em janeiro, fizemos uma avaliação da possibilidade de realizar as obras com recursos próprios. Aquilo era absolutamente fantasioso. O negócio era baseado na venda de 100 suítes ao valor de R$ 1 milhão. Vender uma suíte ou 100 no Maracanã ou em São Paulo é fácil porque são locais que aglutinam empresas que recebem muitas pessoas. Essas empresas convidam os visitantes para verem o jogo na suíte, ela é utilizada como uma ferramenta de negócio. Vender uma suíte por um valor desses para pessoa física é quase impossível pela nossa realidade econômica. Depois de todo o movimento feito, tínhamos algumas poucas promessas de venda. Promessas, não vendas efetivadas. Hoje, não é mais como construir o Beira-Rio nos anos 1960. Quando a gente fala em fazer o estádio, fala em concreto e em todo o entorno e mais a manutenção. O foco hoje é em conforto e comunicações. Então, naquela época surgiu a possibilidade da parceria com a Andrade Gutiérrez. Os estádios do país foram loteados. A OAS pegou o estádio do Grêmio e Manaus e assim por diante. Coube à Andrade Gutiérrez o Beira-Rio. Mais do que uma obra, para a Andrade Gutiérrez a construção é uma operação de marketing. Quando da Copa, a Andrade Gutiérrez trará um sheik ou um governante qualquer e mostrará o potencial da empresa. Então, para a Andrade Gutiérrez, este não é um negócio espetacular em si. É mais um trampolim.

"Duvido do interesse da Andrade Gutiérrez em fazer o negócio porque ela já viu qual é o perfil do presidente" | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Sul21 – E a sua posição?

Roberto Siegmann – Eu e o Aod queríamos fazer a obra com a Andrade Gutiérrez, principalmente porque era preço fechado e se adequaria às exigências da FIFA. Ou seja, se o Blatter exigisse banheiros pintados de ouro, a empresa teria que pintá-los pelo preço fechado anteriormente, sem onerar o Inter. Em segundo lugar, eles teriam o usufruto de um shopping center por 20 anos quando nós sabemos que estes empreendimentos levam muito tempo para se consolidarem e se tornarem superavitários. Vinte anos de uma parceria num shoping significa que a Andrade Gutiérrez vai assumir o prejuízo inicial. Então, qual é o problema?

Sul21 – Por que então não foi assinado?

Roberto Siegmann – Nosso presidente é muito lento e temeroso. O que ele fez? Criou numa comissão no conselho para discutir o que era bom ou ruim. Isso demandou um tempo enorme. Aí foi pedido o contrato para a Andrade Gutiérrez, que vai também para o Conselho… Eu duvido muito que isso passe e, além do mais, duvido do interesse da Andrade Gutiérrez em fazer o negócio porque ela já viu qual é o perfil do presidente.

Sul21 – O senhor não considera correto passar pelo Conselho?

Roberto Siegmann – Considero coreto, mas não se deve criar instâncias para discussões tão amplas que façam com que tu, a todo momento, voltes ao zero. Tem que ir logo para votação, mas é esse o temor do presidente. Qual era minha posição? Ora, eu queria repassar logo o contrato para votação no Conselho. Ele apenas retarda o processo. Se alguém chegar lá agora e lhe disser que que há um negócio melhor ele para tudo para ouvir. Dirigir é assumir ônus.

Sul21 – Há uma linha tênue entre as necessidades democráticas e a necessidade de ação.

Roberto Siegmann – Exato. Não dá para passar a vida fazendo comissões como o Sarney fazia. É um negócio maluco. Há um monte de construtores no Conselho. Cada um tem um amigo com o melhor negócio, a melhor proposta. O melhor seria se a comissão não tivesse nenhum engenheiro, nenhum construtor de ideias brilhantes. O ideal seria uma comissão de médicos e advogados. Neste caso, talvez a coisa já estivesse pronta.

"Diz-se que a gente não pode saber como é feita a política, o futebol e as salsichas. Sei como são feitas as salsichas, mas ainda assim como" | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Sul21 – O grupo político que começou a dirigir o Inter em 2002 está fragmentado?

Roberto Siegmann – Sim.

Sul21 – Tem volta?

Roberto Siegmann – Na vida tudo tem volta. Mas eu entendo que precisaríamos discutir premissas. O tempo nos faz esquecer delas, ele sedimenta posturas. Há uma necessidade de se fazer uma grande discussão no movimento sobre nossas premissas. Em 2005, nós queríamos um Inter sem dono e transparente; hoje, pecamos em democracia e transparência. Pessoalmente, acho que há meios de se acertar, principalmente porque a parte lírica do futebol ainda não está morta dentro de mim. Basta pensar nos anos 1970, que o entusiasmo volta e eu esqueço dos interesses que há num clube. Eu não sou nenhum anjo, mas ainda vejo o jogo em campo, a beleza dele. Diz-se que a gente não pode saber como é feita a política, o futebol e as salsichas. Sei como são feitas as salsichas, mas ainda assim como.

Sul21 – O que o senhor acha da presença do Fernandão como diretor técnico?

Roberto Siegmann – Acho trágica. Há uma cultura de idolatria no Internacional. Tudo o que voltar a 2005-2006 é uma maravilha. Vários jogadores foram contratados – Renan, Tinga, Bolívar, Sóbis – no anopassado, na mesma ideia do De Volta para o Futuro I, II, III, etc. O futebol está aí para nos desafiar, para que inventemos novos modelos e posturas, não para a gente ficar se repetindo. No imaginário do presidente, ele pensava em alguém que pudesse discutir a escalação com o treinador, interferir na contratação de jogadores e tivesse uma boa relação com eles. Nós já temos o Fábio Mahseredjian, o Élio Caravetta (preparadores físicos) e mais duzentas pessoas que têm relação com os jogadores. Não precisa mais gente. Sobre discutir a escalação: nenhum técnico com quem eu já tenha trabalhado que admita uma pessoa como o Fernandão dando pitacos sobre escalação. Até é admitida a intromissão de um dirigente quando as coisas estão ruins, mas de um ex-jogador que recém se aposentou? Nenhum treinador reconhecerá e admitirá a legitimidade nesta figura. O Inter, então, criou um monstro.

"Há uma cultura de idolatria no Internacional. Tudo o que voltar a 2005-2006 é uma maravilha" | Foto: Divulgação/Inter

Sul21 – Então o Dorival Junior não aceitará o Fernandão?

Roberto Siegmann – Claro que não. Eles terão problemas a não ser que o Fernandão aceite ficar fazendo nada. Se ele ficar numa zona de come-dorme, pode ser que funcione.

Sul21 – O Fernandão não é burro…

Roberto Siegmann – Mas, olha só, o Celso Roth não falaria com o Fernandão, tenho certeza. Fossatti e Falcão idem. O Chumbinho ainda tinha uma função de infra-estrutura, logística e nas contratações, o Fernandão é jogador de futebol. Qual é sua experiência com contratos? Ele vai analisá-los? Sua presença só pode ser explicada pela necessidade de substituir o Falcão por outro ídolo para amenizar a insatisfação da torcida. Mas que ele não terá função, eu tenho toda a certeza.

Sul21 – O que o senhor não faria de novo como diretor de futebol? Como vê a fama de explosivo?

Roberto Siegmann – Eu não sou uma pessoa explosiva, sou uma pessoa que reage. Futebol é paixão. Se eu não tivesse paixão pelo Inter, não estaria lá. Eu só estava no Inter por paixão e quando a gente fala em paixão, fala de sentimentos e reações exacerbadas. Quem nunca esteve apaixonado? Toda a vez que tive reações, estas foram à altura do Internacional. Uma delas foi em relação aos jogadores do Inter, quando eu pedi que eles dessem tudo naquela final do Gauchão. Eles atenderam. Usamos tudo, aproveitamos tudo o que o Renato e a imprensa dizia. Isso só se faz por paixão.

"Nenhum técnico com quem eu já tenha trabalhado que admita uma pessoa como o Fernandão dando pitacos sobre escalação" | Foto: Divulgação/Inter

Sul21 – O Zé Roberto entrou louco em campo…

Roberto Siegmann – Ah, ele entrou louco por um motivo bem simples. Lamentavelmente, houve um episódio de racismo que foi engavetado pelo Tribunal de Justiça Desportiva. Quem já viveu fora do nosso estado sabe que a Região Sul tem reais dificuldades em conviver com a raça negra. E o Zé Roberto foi vítima de três episódios de racismo: um no edifício onde mora, outro no colégio do filho e o terceiro no Estádio Olímpico, quando eu tomei a iniciativa de denunciar. O voto do relator foi muito bom, mas o tribunal entendeu por bem arquivar, o que foi muito decepcionante para mim, ainda mais que vi o presidente Luigi desculpar-se com o presidente Odone pelo que eu havia feito, como se fosse uma mentira. Aquilo foi a gota d’água em nossas divergências que na verdade começaram quando nós dois nascemos. Temos uma divergência comportamental com o mundo do qual ele se acha um eterno devedor. Então, eu acho que faria tudo de novo.

Sul21 – Mesmo?

Roberto Siegmann – Há uma coisa que Maquiavel ensina e que eu não levei a sério. Eu deveria ter feito uma limpa no primeiro dia, retirando todas as pessoas que eu achava que deveria tirar. Se eu tivesse feito isso, não haveria tanta intriga, pois é ela que gera a instabilidade política. Eu deveria ter posto pessoas da minha confiança, como Maquiavel ensinou.

Publicado no Site da Sul21



segunda-feira, agosto 29, 2011

Ambição

Alguns argumentam que o blog é um reduto de cornetas, um bando de torcedores mal acostumados que nunca estão satisfeitos, vencendo ou perdendo.

Afinal, qual é o clube brasileiro mais vitorioso da última década, campeão de tudo e que ganha um título internacional por ano, sem contar os gauchões de lambuja?

Seria demasia três dias depois de conquistar a Recopa vaiar o time e cobrar melhores resultados?

Não vejo a crítica e a cobrança como injustas. Sem ambição. não há louros, e sim, acomodação.

Este foi o jogo que vi(mos) ontem. Um time resignado, conformado, passivo...

Não me recordo qual foi o jogador, lembro que era de outro clube, mas sua entrevista ontem sintetiza perfeitamente o que é o campeonato brasileiro: "não basta ser melhor tecnicamente, o melhor time do papel... Aquele que tiver mais fome e se entregar vai sair o vencedor..."

Não me entendam mal, títulos se ganham com futebol, e não com garra e superação. Talvez Batalhas como a dos Aflitos - a maior autoflauta da história - sejam ganhas pelo heroísmo, mas nada suplanta a qualidade e o futebol bem jogado.

Sinceramente, não sei se é foco, gana, falta de entendimento de que o brasileirão são 38 decisões, e os pontos perdidos contra o lanterna valem a mesma coisa que os obtidos contra o líder.

É preciso jogar com o regulamento debaixo do braço e compreender que um ponto, ou mesmo um gol fazem a diferença, vide brasileirões de 2006 e 2009. E consequentemente, pontos como o de ontem fazem falta.

Afinal, somos do tamanho dos nossos sonhos...




domingo, agosto 28, 2011

Pesadelos

Que GreNal horrivel (2 a 1 pro gremio).

Escutei o 1 tempo e vi o 2 quando voltou a luz aqui apos Irene. Vou ser rapido. Mais do mesmo. Bolivar não dá. Jô é uma piada de mal gosto. Nono jogo no Inter sem 1 gol mas continua a receber chances. Brincadeira. Andrezinho, pior partida de sua carreira. Simplemente não entrou em campo. E ainda Glaydsons, Tingas, Klebers espalhados pelo campo é de se esperar o que? Ilsinho o Dorival coloca faltando 7 minutos, pra que veio se não é pra jogar. Oscar apatico, Damião isolado. Um jogo completamente patético nosso. O segundo lance de penal noi foi mas a do Indio foi. Nos deu um gol e depois nos tirou um.

Não da ora continuar escalando Bolivar ainda mais com Indio e Kleber. Zaga Mazembica.

Triste Domingo.

Ou o Dorival engrena o time no segundo turno barrando Tinga, Bolivar e Jo e mais uns outros ou lutaremos por vaguinha na Sulamericana.

Repito: Bolivar, Tinga, Jo tem que ser barrados. Outros tambem tem que ver menos da bola. Se contunar assim no 2 turno vai ser o mesmo pesadelo dos ultimos 11 meses (ou mais!)

A torcida tem que bater o pé nessa. São 19 partidas pra salvação ou desastre. Bolivar (aposentado vivendo de 2006) não pode ver mais o gramado. Nem o Jo (ruim que doi segundo a imprensa Inglesa Top 50 mais ruin do Mundo!)...e nem o Tinga (velho).

ACORDA TORCIDA PRESSÃO JÁ!!!

INTER x gremio

Tai o topico pra vcs comentarem. Ainda to aguardando a luz.

Vamo ve o q acontece depois do titulo da recopa. Normalmene tem se uma ressaca depois de titulo. Veremos.

4 da manha to acordado furacao irene ja no estado. Mais o olho do furacao esta ainda umas 4 ou 5 horas daqui. Esta indo em direcao a new york city. Ja temos vento firte aqui e meu porao ja tem uns 7 cms de agua. Pior ainda eh a possibilidade de tornados. Estamos sob aviso agora. Tornadona qualquer hora eh mortal a noite entao nem se fala quando a maioria ta dormindo e tu nao ve ele chegar. Por isso to acordado caso algo assim aconteca eu posso acordar a mulher pai e cachorros e se tocar pro porao que mesmo com agua seria o lugar mais seguro.

Ainda nao galtou luz mas alguns amigos meus mais pro sul do estado estao sem luz. Espero q isso nao aconteca aqui. Meu primo esta em nyc sua primeira viagem a cidade. La vai se pior do que aqui por ser mais perto do mar e vento mais forte ainda. Putz faltou luz.

sexta-feira, agosto 26, 2011

BRASILEIRO

Após mais um título de Recopa, comemorações e etc, temos pela frente um GRENAL. Melhor do que isso, um GRENAL que pode empurrar nosso tradicional rival a seu habitat natural, a zona de rebaixamento... A péssima notícia é que Dale está fora, já imaginaram: Vítor em má fase vs Dale... é só chutar a gol que entra!

Nos treinos Dorival confirmou que é um treinador racional (coisa que a muito tempo não víamos por aqui) e colocou Bollati, Glaydson e Andrézinho. Cada um na sua, sem invenção. Sai um volante entra outro, sai um meia entra outro, saí um lateral e entre um jogador que é volante e lateral. Pra mim até caberia lançar Ilsinho na lateral e tocar o time pra frente, mas Glaydson está de bom tamanho se Kleber for a frente...

A ordem agora é ir pra cima e trazer os 3 pontos para o Beira Rio, sem essa de empate bom resultado. O segredo de faturar o Roubalheirão, além de ter a simpatia das arbitragens é ganhar o máximo de pontos fora de casa. Ainda mais contra times fracos. Contra o Bahia por exemplo, se o cagalhão Loss não tivesse enfiado o time dentro da goleira, teríamos mais 2 pontos. Fora de casa, vamos pra cima... Não temos nada a perder... E dentro de casa fazer valer o fator local...

Título ainda dá, e se não der, ao menos uma vaguinha na LA...

Damigol fará o estrago no Chiqueiro!!!


Terremoto e Furacão

Não estou falando do Damião se bem que ultimamente ele anda sendo um desastre natural para as defesas adversarias. Estou falando do terremoto,que tivemos aqui essa semana (mas eu não senti) e o Furacão que tá chegando que será bem mais serio que o terremoto. Inacreditavel um furacão e terremoto na mesma semana...ah e um titulo Internacional tambem.

Em 1992 eu tava em Key West na Florida passando uns dias lá aproveitando a vida noturna da ilha quando tivemos que evacurar as ilhas por causa do Furacão Andrew. Saímos de lá passamos por Miami e paramos em Ft. Lauderdale onde meu amigo morava. O Andrew passou por cima de Miami depois atravesou o Golfo e causou mais danos por lá tambem. Eu em Ft. Lauderdale senti de perto a força do Furacão. Tivemos sorte que o olho do Furacão passou por cima de Miami e não onde nos estavamos (uns 60 kilometros pro norte). Mesmo assim estavamos de baixo dele so que não no centro (a parte mais violenta). No proximo dia vimos muito danos pelas ruas na nossa area. Foi até Katrina em 2005 o Furacão que mais causou dano nos EUA. Então me sinto veterano nesse assunto.

Agora temos o Furacão Irene. O bom é que hoje é categoria 2 (Andrew era 5 o mais potente) e até chegar a NJ provavelmente será 1. Mesmo assim é muito vento e chuva com problemas especialmente no Litoral mas que pode extender até aqui (tô para o Mar como Porto Alegre tá para o mar). O lado negativo pra mim é que eu tenho um casamento no Domingo exatamente quando Irene tá passando por aqui, então provavelmente terei que dirigir durante tudo isso o que pode ser um serio problema. Ainda bem que o Casamento não é na praia porque ai seria muito pior.

Mas hoje tá um dia bonito. Meu primo ai de Porto Alegre (o Rogerio da Motoryama) chegou em New York City hoje e provavelmente vou vê ele hoje. Domingo ele vai ter uma atração turistica a mais ... a Irene.

quinta-feira, agosto 25, 2011

O passo certo

Há pouco me flagrei pensando que temos uma boa base e estamos num caminho certo. Os títulos estão vindo a cada ano e acabam nos deixando mal acostumados, no bom sentido. Tanto que a cornetagem é grande e vivemos reclamando do time, da direção. Mas eu fiquei pensando: e se tivéssemos as coisas encaixadas realmente, como a torcida espera?

E o que a torcida espera é debatido diaria e incansavelmente aqui no BV, em outros sites, programas de rádio, redes sociais e nas rodas de conversas de amigos colorados. As contratações sem fundamento, o afastamento ou dispensa de alguns atletas que recebem salários astronômicos. Talvez não tivesse graça, pois seria perfeito.

A média de um título internacional oficial por ano desde 2006 está mantida. Fora o nome na mídia e o fato de estar sempre entre as melhores campanhas do Brasileirão, temos ainda uma participação boa na Copa do Brasil de 2009. Estamos sempre rodeando as cabeças das competições. Tropeços existirão sempre, mas estes estão bem abaixo das nossas glórias, principalmente as mais recentes.

Corneteiros falarão que o Independiente não é grande coisa. Não interessa! Era nosso adversário e acabamos com eles ontem numa linda festa no Gigante. Ninguém no sul do Brasil possui mais títulos internacionais que o Internacional! E vamos torcer para que tenhamos uma boa colocação no Brasileiro para que possamos no ano que vem estar de volta a Libertadores e seguir na peleia por esta incrível média. Quem sabe a vaga na Libertadores do ano que vem não chega com o tetra? Não é de se duvidar, apesar dos pontos citados por todos aqui, de forma incansável.

Por isso que digo que estamos no passo certo. Basta apenas o ajuste, que seria o que todos, ou pelo menos a maioria esmagadora da torcida quer ver. Ah se não tivessem jogado dinheiuro fora com contratações fora da casinha...

Mas enquanto o "se" não nos leva a nada, vamos seguir saboreando e comemorando os títulos que estão vindo. Torcedores, por favor, vamos descer do salto alto. Salto alto este que muitas vezes falamos que os jogadores tem e que acabaram prejudicando o time em algumas oportunidades. Vamos continuar a supremacia sobre o rival, quem sabe ajudando a afundá-los rumo à segundona pela terceira vez? Vamos seguir acreditando e quem não acredite, que tente ao menos. Vamos tentar esquecer quem está jogando ou dirigindo e pensar que são as cores do nosso time que ali estão representadas por estes que não queremos ver. Pode ser difícil, mas não impossível. Vamos acreditar que o tetra ainda em 2012 pode vir. Vamos torcer para que Damião e Oscar fiquem no Inter. Vamos acreditar, pois uma hora ou outra as coisas serão ajustadas e temos tudo para seguir nas cabeças.

E que venham os castelhanos da azenha domingo.


Ao Damião

Procurem no google em Inglês e o que vocês acharão sobre o jogo. "Alvo do Tottenham decide a recopa". Que baita parceria né, nos ganhamos titulo e eles ganham o destaque pelo mundo!

É bem simples esse post. O Inter não pode vender Damiao. Se o unico parceiro é o cara dono de um clube lá no interior de sei la aonda com 30% quem manda é o Inter, buy him out! Ainda mais por uns "miseros milhoes" de euros. Vendemos Pato, Nilmar (2x), Giuliano, Taison, Daniel Carvalho, Sobis e sei lá quantos outros e continuamos quebrados! Se é pra continuar quebrado (e em nenhum momento acredito que a Venda do Damião solucionará nossos problemas ao longo prazo) que continuemos com Damião no time! De preferencia deixa ele no Beira Rio fazendo gols. Ele não é um Luiz Adriano e nem um Sobis. Damião é diferente, perder ele será um Back incrivel ao time, clube e torcida.

Agora falando direto ao Damião se ele estiver lendo:

Oh Damiao lembra do Giuliano? Pois eh só tu então porque ninguem mais lembra, ele desaparecu na Europa. Eu nem sei te dizer qual time ele joga. Nao deixem fazer o mesmo contigo. Tu pode ficar multi-milionario e feliz aí mesmo. Ninguem diz que tu tem que ir pra Europa. Pra jogar na seleção já tá provado que não precisa de Europa. Inclusive a Europa pode te prejudicar. Se Pato tivesse ficado no Inter eu GARANTO que ele teria jogado a Copa de 2010. Mas não jogou. Alexandre Pato o craque fez tantos gols na Copa quanto eu! Essa Copa ele nunca mais vai recuperar!

Olha o Sobis. Acabou com a carreira depois que saiu do Inter. Olha o Daniel Carvalho. Nunca viu a cor da Seleção depois de 1 joguinho num passado distante. Ninguem mais ouviu falar no zagueirao, põ nem lembro mais seu nome, o Negrão aquele que saiu do Inter a uns 2 anos. E o Taison, deve tá feliz da vida na gelada Russia. Sabe quando Taison será convocado...nunca...porque desapareceu na Sibéria!

Ah sim, tu vai pensar, "isso não acontecerá contigo". Mas pode! Tu chega lá no Tottenham ou Barcelona e primeira coisa tu é banco. E se tu não fizer gol nas primeiras chance tu jogara cada vez menos. O clima diferente. A comida diferente. A torcida indiferente. A familia longe. Derepente o Mano esquece de ti. Ai o Tottenham te manda para um clube pequeno da França pra tu poder jogar porque tá dificil entrar nos 11 do Real Madrid... bom acho que deu pra entender. Enquanto isso tu poderia tá empiljando gols e dinheiro no Inter e sempre na Seleção.

Nao existe lei que diz que tu tem que ir pra Europa! E nem lei que o Inter tem que deixar sair. Hoje o negocio é ficar no Brasil. Ficar em casa. O dinheiro está disponivel no Brasil para seu talento. Se o inter vender é suicidio futebolistico e politico.

Mandem link para @leandrodamiaoo

Ps. E vou repetir quero o Brasileirão! Quero nao queremos!

EDIT:

Aos que tem memoria curta ou seletiva que acham que só agora tô elogiando Damião: Cliquem AQUI. Vocês ai nos comentarios tão me confundindo com outros aqui do Blog. Sempre elogiei o Damião exeto em alguns momentos o que é normal.


quarta-feira, agosto 24, 2011

BI DA RECOPA!!!

Mais um trofeu Internacional!!! Que sufoco no fim...Jogadaça do DEZINHO no lance do Penalti! Dezinho Saves again!!!

Damião por menos de 50 MilhÕes de Euros é crime!!! Esse cara faz de tudo! Fica no BRASIL Damião...não vai te perder lá na Europa como Pato e tantos outros....cadê o Taison?? Cadê o Diego do Santos? Cadê o Nilmar?? Ninguem sabe...muito menos o Mano Menezes. Faz tua carreira no Inter. Tu pode ficar RICO no Inter. Pergunte ao Daniel Barril Carvalho o que aconteceu com sua carreira. E teu amigo Rafael Sobis...depois que saiu do Inter DES-A-PA-RE-CEU! Cade o Giuliano??? DESAPARECEU....rico mas desapareceu. Nunca jogara uma copa!! Voce pode e está ficando rico no INTER! Faz 1000 gols no Inter. Se não daqui a 3 anos tu tá no J-League e nos procurando saber de ti no Wikipedia! Diretoria...dá um jeito, chama a Reebok...fala com a Coca Cola...liga pra VW....acham uma maneira de segurar o Damião até 2020!

2006 Libertadores
2006 Mundial
2007 Recopa
2008 SulAmericana
2009 Suruga
2010 Bi-Libertadores
2011 Bi-Recopa

É campeão! É importante colecionar titulos Internacionais! Mais um!

MAS não vamos esquecer de que algumas mudanças são necessarias...aka Bolivar. Vou ser sincero...o unico negativo é ver Bolivar levantar o trofeu (preferia ver o INDIO levantar a taça merece muito mais). Acho que voces pensam o mesmo sabem porque. E Jô teve mais sorte do que futebol no penalti. Andrezinho botou ele na cara do gol e ele perdeu a bola...mas a sorte tava no nosso lado e deu um penalti. Kleber bateu...Andrezinho parecia conversar com ele mas foi Kleber e graças aos deuses do futebol foi gol.

Mas agora é comemorar.

PS: O que sobrou da Cachaça do Inter só será usada em decições de campeonato! Deu Sorte!

PPS:

MAS AGORA EU QUERO BRASILEIRÃO PELO AMOR DE DEUS FAZ 32 ANOS!!!!!!


INTER x Independiente FINAL

É hoje! Vale para mais um ano com titulo Internacional, vem emoções fortes por aí!

Comentem!

PS: To com um amigo Colorado aqui. Nunca morou no Brasil mas é Colorado doente. Abri minha garrafa de Cachaça do Inter pra fazer Caipirinhas. Hoje é dia apropriado para isso.

PPS:
4 é o numero magico. Meu amigo apareceu com uma camisa Oficial anos 90 do Regis #4. Então to usando minha oficial #4 do Sorondo (Valeu Fred Colorado que perdeu uma aposta sobre o Batista no Inter pra mim!). Ou seja...QUATRO hoje?

1 TEMPO

Fala serio! Damião tá demais. O Inter que nem inventa de anunciar sua venda. Sou torcedor de CLUBE DE FUTEBOL e não de SUPERMERCADO!!! ENTENDERAM???

Primeiro tempo perfeito. 2 a 0 e agora o negocio é continuar partindo pra cima. Nada de colocar volante ou retranca, futebol é ATAQUE. Se fosse o Roth ou qualquer outro cagão já tavam entrando Mathias e Glatdson. Vamos torcer que Dorival não cai nessa. FUTEBOL É ATAQUE. É gols!! VAMOS PRA FRENTE. Quero QUARTO!!!

Damião e Recopa

Então, o que estão achando da pequena amostra do time com Dorival Júnior? Pelo menos eu estou bastante empolgado. O time parece estar motivado e disposto. Buscar o empate contra o Flamengo, duas vezes, não é fácil. Dorival fez algumas alterações que a torcida já vinha pedindo faz tempo. Como por exemplo, a saída de Jô e a entrada do garoto Dellatorre, que fez uns bons jogos e, o mais importante de tudo, Inter com dois volantes, e nenhum deles é o Wilson Mathias!!!

Sem contar que agora temos a volta do nosso zagueiro (titular) Juan, e nosso melhor jogador, Oscar. Pensando bem, seria Oscar o nosso melhor jogador? Ou Damião? Eu sempre fico impressionado com as atuações de Damião e penso como o Inter tem sorte em ter um jogador desses no nosso time. Um atacante com fome e espírito. Faz gol até de orelha, se for preciso, desde que faça o gol. É assim que tem que ser. Melhor centroavante do Brasil, sem dúvidas, e arrisco dizer que é o melhor jogador do ataque como um todo.

Além disso, temos uma nova contratação: Ilsinho. Excelente contratação, excelente jogador. Mas não gostei da forma como ele veio dizendo que não queria jogar na lateral. Falo até mesmo para ele, seria muito melhor. Não há nenhuma competição com o Nei. Ele seria titular até mesmo sem uma das pernas. E mesmo assim quer jogar no meio, onde temos uma lotação de bons jogadores.

E finalmente: a final da Recopa. Vejo muita gente ansiosa, o que é muito bom, mostra que a torcida está sintonizada com o time. Vamos com, pelo menos na minha visão, o nosso melhor time, atualmente. Talvez só alguma troca na nossa zaga centenária, mas se o ataque continuar forte nos podemos "cobrir" os gols que levamos.

Acho que é só isso. Agora vamos todos ver o Ruas de Fogo.

A MÃOZINHA

Para que não deixe de ser registrado, tai o lance de perto que nao mostraram na Globo pois era a ultima jogada da partida e assim que terminou o jogo eles foram pra comenrciais sem o replay.

Penalti claro. Quando jogador deixa os braços abertos assim e a bola bate é penalti e fim de papo. Esse negocio de intenção é ridicula. Então so teriamos mão em lances como do Nei ano passado e aquele do Uruguai na Copa quando é intencional mesmo. Mas não é assim que os Juizes marcam essa jogada. Sempre se o cara deixa o Braço exposto e a bola bate é mão. Só nesse jogo que não foi. Porque será?

Inclusive teve penalti no Indio nesse lance, o cara segura a camisa do Indio. E possivelmente um penalti no Damião! Ou seja, 3 Penaltis num lance so e o Juiz deu nenhum!!!



terça-feira, agosto 23, 2011

Valores

- Sabia que o Santos paga só 150 Mil por mês pelos serviços do Neymar? O resto do Salario do Neymar (700 Mil total) é pago pela Nike, Panasonic, Red Bull, IG e outras empresas. Baita jogada do Santos. Pagam menos pelo Neymar que nós pagamos pelo Bolivar ou possivelmente até o Wilson Mathias.

- Quem sabe o Santos leu esse meu post de 2007 "Pato ficará no Beira Rio". E alguns me chamaram de louco, que no Brasil isso não funciona. Bom o Santos provou que pode funcionar sim.

- Não penso muito em valor de jogador, como disse antes parece que tanto faz o valor estamos sempre quebrados e em divida. Tanto faz, parece vender por 10 ou 100 que é sempre a mesma historia: "precisamos vender mais um". Dito isso acho que o valor do Damião é MUITO mais do que dizem por ai de 17 Milhoes de Euros. Porque? Porque o Damião tem PERFIL de jogador que se dará bem na Europa e alem disso provou ser goleador. Ele não é um Robinho ou Neymar que enfeita mas que na Europa é e será consumido pelo estilo de futebol Europeu. Damião deve fazer cartolas Europeus babarem. Se um dia vamos vender ele tem que sair por no minimo 30 Milhões de Euros. Qualquer coisa menos é um pessimo negocio. Alguem sabe quanto o Inter tem no Damião e quem mais?

- Se Damião sair antes do fim do ano será um baita gol contra do Inter. Se sair depois da Recopa todos da diretoria deveria ser demitidos , impeached ou seja lá o que for necessario. Mas já to vendo, ganhamos a Recopa com gol do Damião e no proximo dia é despedida dele, pra aproveitarem a euforia. Enquanto isso Santos Campeão da America continua com Ganso e Neymar. Ganso por sinal ganha só 170 por mês. Quanto será que ganha Jô? Mathias? Bolivar? Renan?

- A verdade é que a Europa pra muitos jogadores é um cemintério, mas cemintério rico. Quantos jogadores com talento sairam do Brasil pra desaparecer na Europa. Pra nunca mais vestor a camisa da Seleção...pra virar jogador comum. Uma pena. Lembram do parceiro do Robinho, ...tenho até dificuldade em lembrar seu nome...o....bah não lembro mesmo...bom taí o exemplo nem lembro do nome do cara. O certo era fazer o que escrevi em 2007 e o que o Santos faz hoje, publicidade, empresas pra pagar a conta.

- Pra esses raros casos de craques (Damião, Pato etc..) primeiro tem que comprar o resto dos direitos dos caras pra se ver livre do empresario, aí aumentar o salario e dar uma boa grana pra familia e um longo contrato, tudo com boa parte da grana vindo de patrocinadores. O cara fica rico, não desaparece, fica no Brasil perto da Familia. Mas parece que nossos dirigentes (do Inter) nunca tentam algo assim. Somos um dos clubes mais rapidos no gatilho em termos de vender jovens promessas. Pato mal passou de 6 meses como profissional no Inter.


Orgulhoso e Exigente

Sempre achei que a rivalidade regional é algo que nos puxa mais pra baixoque pra cima e, a cada dia que passa, tenho mais convicção a respeito. Um dos meus argumentos para defender essa tese é o Brasileirão de 2005. Naquele ano, o rival citadino estava na segundona, enquanto nós, só não levamos o título por uma série de circunstâncias combinadas que não vale à pena ficar relembrando. Não nego que, durante muitos anos, a rivalidade foi o nosso principal alimento e talvez até a razão principal para termos nos tornado grandes nos cenários nacional e internacional. Mas, sinceramente, acho que já faz algum tempo que essa realidade mudou.

Enquanto o clube do bairro vizinho, mais uma vez, faz de tudo para se atirar para a zona do rebaixamento, a torcida colorada, ao menos uma parcela significativa e barulhenta dela, mantem sua apurada autocrítica e manifesta, nos mais variados espaços, suas insatisfações com aquilo que não anda exatamente nos conformes. Um exemplo: o segundo tempo de Inter x Cruzeiro, em que vencíamos por 2 x 1 mas a torcida reclamava aos berros pela má atuação e pelas alterações equivocadas do treinador interino.

Dias depois, ainda que cheios de orgulho e prestígio, torcedores colorados fanáticos, dispostos a cruzarem a fronteira para assistirem o jogo de ida da Recopa, bradavam indignados com as escalações de Wilson Matias e Jô. Isso pra não falar em Bolívar e Tinga.

A meu juízo, mesmo ganhando o Gauchão, mesmo disputando a Recopa e uma vaga na Libertadores do ano que vem, o torcedor colorado exerce sua análise crítica destemida, pouco se importando com a posição do tradicional adversário local na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. Definitivamente, estamos muito mais preocupados com o nosso potencial que com o gramado do vizinho. E isso, a meu ver, é extremamente positivo! Real Madrid não se tornou o que é mirando o Atlético. Barcelona tampouco se limita a rivalizar com o Espanyol e muitos outros exemplos semelhantes se encontram pelo mundo afora.

Voltei da Argentina indignado com a postura tática do time, bem como com a escalação inicial e as substituições ocorridas no decorrer da partida. Pode parecer contraditório, mas creio que isso não abala meu orgulho em ver meu clube disputando mais uma copa internacional contra um dos maiores vencedores continentais de todos os tempos.

E dessa forma espero que siga se portando a torcida colorada, cada vez mais orgulhosa, mas ao mesmo tempo exigente. Sempre afirmei que a intensidade da cobrança da torcida é um medidor da grandeza de um clube. E o Inter é gigante!

A voz do torcedor é forte e se fez ouvir logo após a recente troca no Departamento de Futebol do Inter. Cuca foi indicado, mas a nação colorada disse não! E se há um mérito que deve ser reconhecido ao Presidente Luigi nesse episódio, foi o de ter ouvido a vários e não a um só, por mais peso que tivesse essa voz isolada.

Aí está Dorival, um profissional com as características ideais para promover a renovação tão aguardada no time colorado. Nele deposito minha confiança de que um Alecsandro, ou pior, um Kléber Pereira, um Edu ou um Ilan, não atrase o momento de um Damião, como no passado recente. E isso vale para qualquer posição.

Amanhã é dia de mobilização total, mais uma vez! Mais uma taça em jogo, mais um título ao alcance. No domingo são mais 3 pontos em disputa(qualificados pela rivalidade, mas não mais que 3 pontos). Que o torcedor siga fazendo valer sua vontade e concretizando seus anseios. Quando o Beira-Rio pulsa, as copas acabam se acomodando no nosso armário. Depois disso, o mesmo olho crítico de sempre, para seguir crescendo, incessantemente. Por que se olharmos para o lado, bem, ali já não tem mais nada. E olhar para trás, bom, isso já não faz o menor sentido!


Últimas noticias

Jornal espanhol chama Oscar de "herdeiro de Falcão" e elogia base do Inter, diz a matéria que "La calidad del equipo de Inter es impresionante, ya que Oscar se considera todavía una promesa. Dicen que "no está listo" y que hay otros jugadores más preparados. Inter es el Barça brasileño!".

Interminável: aos 36, Índio ainda não pensa em encerrar a carreira. Pesquisa entre jogadores veteranos nos diversos clubes brasileiros indicam que a maioria absoluta pensa da mesma forma: pagando bem, que mal tem?

Gol de bicicleta de Damião ganha repercussão internacional. Gremistas tentam tirar sarro com colorados, dizendo que a repercussão é só por ter sido gol no Flamengo, pois se fosse contra o Grêmio, ninguém daria bola pro Inter, "time regional" segundo eles. Colorados fazem cara de interrogação e mesmo com fraterno esforço não conseguem entender do que é que o gremistas se riem.

Passagem de Ronaldinho por Porto Alegre é tranquila. O fenômeno tropical agora só retorna por estas paragens daqui a um ano, provalvemente um pouco mais enfraquecido, prevêem meteorologistas consultados.

Se vira nos 15: Dorival ousa no intervalo e recebe elogios de jogadores e direção.  Ninguém acreditou quando o treinador ameaçou desfilar de cueca no vestiário, se o time terminasse o primeiro tempo perdendo. Foram 15 minutos intermináveis, que mexeram com os brios dos jogadores, obrigados a assistir a toda aquela cena lamentável. Há quem diga ainda que o capitão não resistiu e se juntou ao treinador.

Com desfalques, dupla Gre-Nal pode ter estreias no clássico 388. Inovadora, a dupla considera que 442, 351, etc., são sistemas ultrapassados. No Inter o sistema já estava em franca aplicação, com 3 intocáveis (Bolívar, Mathias e Kléber) e dois grupos de 8 sorteados entre os 16 restantes. Dorival, porém, dá sinais de alterações nesse sistema, uma variação: 199, agora só Bolívar segue intocável.

Inter reclama e culpa arbitragem pelo empate contra o Flamengo. Com Carvalho de volta, vem aí a segunda parte de "O DVD", que dessa vez será mais curto, pois muitas cenas importantes foram atrapalhadas pela performance comprometedora de Bolívar e tiveram que ser descartadas. Diz-se que estava difícil culpar o árbitro quando o capitão estava envolvido nas jogadas.

"Valente, vibrante, guerreiro": Dorival repete modéstia e elogia grupo do Inter. Na verdade, dizem que a frase teria sido dita por Dorival ao se dirigir ao zagueiro Índio, comparado ao "último dos moicanos" pelo treinador. Versões não-oficiais informam que o enunciado terminava com "e inteiraço!", mas são só boatos.

segunda-feira, agosto 22, 2011

Invicto, só um.

Desejei que a invencibilidade do Flamengo fosse encerrada ontem no estádio Beira Rio. Estive estremecida com a equipe de Goiás no meio da semana... Estraga prazer. Mas pelo desempenho apropriado na última rodada, fiz as pazes. Até porque no Gigante deu empate.

Empate com gosto de superação. Não me parecem dois pontos perdidos em casa, mas um ponto segurado na luta, com um a menos boa parte do jogo, enfrentando o forte rubro-negro carioca. Tenho dito desde frustrações como Ceará a empolgações como Galo mineiro, passando por resultados incoerentes como contra o Corinthians: o Inter tem muito bom grupo. O próprio Flamengo, candidato a título, é tão verdade que sem Ronaldinho desfalca em meio time que na rodada anterior acabou perdendo em casa para o humilde - ainda que destemido - Atlético Goianiense.

Puxa da memória, quando (de uma só vez) provieram das categorias de base do Inter, tantos jogadores em condições de assumir a camisa do time principal?
Oscar – torcida colorada comemorou mais do que todo o universo, não especificamente o título da sub-20, mas o fim da competição. Agora ele volta!
Juan, Elton - bem prontos;
João Paulo - lembra Giuliano, porém com maior imposição física;
Dellatorre - melhor que Jô;
Zé Mario - parece o mais instável dos novatos. Sem desmerecer, longe disso, até porque cruzou a bola que Damião passou à la Sócrates pra Índio, que mandou pras redes à la Romário (tu vês!).

Não dá pra comparar esta safra com Ramon, Jonas, Danny Moraes, Sidney e Sandro, por exemplo, onde o penúltimo teve boa passagem e o último foi campeão da América, é seleção e joga o fino do futebol. Os demais ficaram muito aquém, com todo respeito aos jogadores citados.

Claro, os olhos onde surge o amanhã estão: um na missa e outro no padre, mirando também os pés o chão. Estamos há pelo menos quatro rodadas na sétima posição. Significa que o colorado não melhorou nem piorou diante dos inúmeros desfalques, troca de técnico e inexperiência dos jovens ascensores. Todo mundo fica esperando nosso time mostrar ao que veio e ninguém é mais responsável por desempenhos abaixo do potencial que o próprio Inter. Mas é bem verdade que essa equipe mostrou ontem plenas condições de almejar o título.

É difícil. São dez pontos pro líder. É preciso primeiro espírito de superação e então deixar que uma rodada após a outra confirmem trajetória. Há de se atribuir ao técnico a responsabilidade pela gestão dos atletas disponíveis. E nesse quesito tive boa impressão de Dorival. Embora eu não acredite que Jô seja opção frente à Dellatorre e sim o contrário, ele soube administrar o infortúnio da expulsão. Tenho esperança da percepção que D’Alessandro joga na aproximação, toque curto e de preferência com alguém da função. Tinga não é meia (viu?). Até foi versátil um dia, mas não consegue mais cumprir uma dupla função desse porte, nesse time, com esse plantel.
O freqüente isolamento de Damião começa no camisa dez, brigando sozinho até a bola (não) chegar no ataque. Nem mesmo laterais esforçados conseguem apoiar desse jeito, ficam todos muito distantes, espalhados demais. Sobra nem um rebote. Uma substituição e tudo isso mudou: Andrezinho. Vejamos agora se na seqüência o novo técnico estabelece DOIS meias de criação.

O fraco do time segue sendo a zaga, quem diria, efetiva no ataque. Nei não é ruim, é comum. O resto do time tem futebol e de sobra Damião.

Não sei se para reafirmar o título desta coluna, referência ao mérito exclusivo da história do Internacional, ou se para ascender uma labareda de otimismo em combustível que reúne frações de fatos, dados e utopia. Não sei, mas que golaço fez esse Leandro Damião, hein!



domingo, agosto 21, 2011

O Time Ideal

O Time do Inter deveria ser a seguinte, com o elenco que temos hoje, sem contar com jogadores lesionados. Eu escalaria assim:

Muriel
Nei
Indio (no lugar do Bolivar ... até outro aparecer)
Juan (ainda é aposta mas ao lado de um experiente como Indio pode ir bem)
Zé Mario (Kleber talvez só quando se recuperar, mas Zé Mario promete)

Guinazu (faz suas cagadas mas precisamos experiência nesse setor)
Elton (Bollati poderia voltar dependendo de sua regularidade)
Oscar (Andrezinho reserva immediato)
João Paulo (D'Alessandro reserva immediato)

Damião
Dellatorre (não estou plenamente convencido mas gostaria de ver + ao lado do Damião)

Um time jovem, energetico e rapido. Com ambição.

Eu dispensava/vendia/emprestava/colocava no museu: Bolivar, Tinga, Renan (que só tá sugando $$ pra sentar no banco...mais uma baita cagada sua renovação estilo Rothiana) e Wilson Mathias.

Ainda teriamos como opções reais em certos momentos Moledo, Ilsinho, Roggia, Zé Roberto (quando se recuperar), Jô (se Dellatorre não engrenar) e mais um ou outro vindo de lesão ou recem contratado.

O que não podemos fazer é continuar a apostar num time com idade media acima dos 30. Por isso tá mais do que na hora do Bolivar e Tinga repensar a carreira. Indio ainda não anda compromentendo pois só joga aqui e ali. Se ele consegue manter o nivel sendo titular isso eu não sei. Mas temos que ter uma boa combinação de juventude e experiência. Nem tudo novo, nem tudo velho daria certo.

E me desculpem os Fãs do D'Alessandro, mas ele é lento, atrasa o jogo e na minha opinião tá ultrapassado. Não podemos esperar 7 jogos para ter um momento brilhante dele. Ele não tem regularidade. Por isso tá na hora de largar a Dale-Dependencia. O problema é que os gênios do Beira Rio renovaram com ele até 2015! Imagina se D'Alessandro joga o que joga hoje com 30...imagina com 34.

Mas taí por mim já escalariamos esse time aí de cima.




INTER x Flamengo

1 TEMPO

Um desastre.

O Tinga não serve nem pra reserva. Ele não sabe passar. Não sabe chutar e pior, não sabe mais defender. Ele não serve pra NADA mais no Inter. Passou seu tempo. Sua falta criou o Gol do Flamengo onde a barreira do Inter mais uma vez se deixou ser puxada por 1 jogador do adversario.

A globo é outra vergonha. Falta de etica Jornalistica dessa emisorra Carioca, microfonando a torcida minoria do Flamengo ao ponto de parecer ser jogo no Maracana. Isso é uma vergonha! A Globo assim MUDA os fatos do ambiente no estádio. Ela começou a fazer isso a uns 2 anos atras e nunca mais parou. Sempre assim favorecendo o Flamengo e Corinthians especialmente. Tinham que mandar 10000 CARTAS (tipo papel e caneta) a essa emissora protestando (email nao adianta porra nenhuma).

Aí temos o Jô. 6 jogos nenhum gol. Ele até pra ser justo tem alguns pequenos bons momnetos mas são raros. O Problema é que parece que ele é dono da camisa 11 sem ter feito algo pra chegar lá. Chegou como dono do ataque. Isso sim me parece mão de empresario ("se Jo vai ao Inter tem que jogar viu!").

Elton é bom mas 2 falhas ridiculas que quse saiu gol.

Guinazu sempre com suas cagadas monumentais na hora errada. 2 Cartões no 1 tempo. Quando vimos isso da ultima vez? lembram ano passado? So esqueço o jogo. Agora temos só 10 e nosso tecnico que ta com jeito de cagão vai se cagar mais ainda.

E Dale? Esqueceu de tomar seu Toddy? Não consegue bater uma falta que chega nos atacantes, sempre na cabeça de alguem na entrada da area. SEMPRE. Todo jogo. É brincadeira esse nosso "craque".

E agora com um a menos, perdendo, pode esquecer time ofensivo.

_________________________

2 TEMPO:

Dorival ao menos teve coragem de escalar Andrezinho e Dellatorre no 2 tempo, algo que deveria ter feito no inicio.

Mas vou te contar esse Juiz. Acertou algumas coisas mas CAGOU no fim, MÃO CLARA no ultimo lance, era penalti claro e não deu. A TV não mostrou replay. E aquele contra ataque que Damião roubou a bola NÃO FOI FALTA. Pegou só bola.

Emocionante foi o jogo. Damião cada dia mais firme. Que passe pro Indio ele deu (Pepino Gozou na hora) e que gol de bicicleta ele fez. E Dalessandro cada dia mais frouxo! Andrezinho entrou e fez mais em 10 minutos que Dale o jogo todo. Fato. Voces apaixonados pelo Dalessandro tão loucos!

Hoje ficou provado mais uma vez que escalação retranqueira sem Huevos não da certo. Futebol tem que ser agressivo, pra frente e não essa baboseira de 3 volantes.

Ficou provado que Tinga é ex atleta, que Bolivar tem que ir pra reserva e que até Indio continua sendo melhor que Bolivar. Zé Mario tem muita personalidade entrou como veterano no time. Elton mesmo com erros melhor que a velha guarda. Dellatorre (sosia do Gabiru) merece jogar antes de Jô. Nei falam o que querem dele, mas o cara corre, não se esconde. Só tem que aperfeiçoar o cruzamente.

No fim um empate com 10 poderia ter sido muito pior.


Texto original:

Dia pra começar a virar esse campeonato de cabeça pra baixo. Dia de bater o Flamengo e chegar mais perto do topo. Dia de relembrar Yokohama ao Ronaldinho Gaúcho.

VAMO COLORADO!!!

PS: Unica preocupação é 3 volantes...Tinga agora parece ser "titular" e a insistência do Jô que parece que de repente tem cadeira cativa no ataque mesmo sem fazer um gol em 5 partidas.


3 OSCARS

Algum empresario sorriu em algum lugar hoje quando Oscar meteu 3 pra dar ao Brasil o titulo Mundial Sub-20. Parabens ao Oscar uma performance de Ouro. Juan por outro lado não foi muito seguro.

Otimo pro Oscar mas meu negocio é Inter. Que volte logo e focado... no Inter. No fim do dia essa Copa só serve pra movimentar a economia futebolistica, não é algo que um torcedor vai relembrar a cada ano.

E amanhã pra cima do Flamengo. Corinchã perdeu e a dupla CarPau tão começando a mostrar alguns pontos fracos. A hora é agora. Beira Rio cheio pra ver nosso freguesão Ronaldinho!

"Hey Ronaldinho pipoqueiro, nos vamos se vê em tokyo!"

PS:

Mas a vitoria do Brasil e os 3 do OSCAR valeram a pena ao menos em resposta a esse Blog do Neto que a 2 dias escreveu que iria torcer para o Brasil mas CONTRA o Oscar. Leia. kkkk

Escrito pelo ex jogador e pseudo-jornalista Neto:

Fiquei sabendo de uma história de ingratidão muito triste no futebol brasileiro. E infelizmente o personagem é uma das principais estrelas da atual Seleção Brasileira Sub-20, que está prestes a ser campeã mundial da categoria na Colômbia. Trata-se do menino Oscar, meia do Internacional. Você deve estar pensando: "Lá vai ele contar aquela velha história dele ter pedido os direitos federativos do São Paulo na Justiça!". Nada disso! O buraco é ainda mais embaixo.
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Pouca gente sabe, aliás nem eu sabia, mas o professor Lígio Carvalho, a pessoa que revelou o Oscar em uma escolinha de Campinas, foi quem também me revelou para o futebol no início dos anos 80. Que coincidência! Mas o pior foi saber que depois de todo o trabalho de base feito com ele, inclusive o levando para atuar pelo Tricolor na capital, o menino, a mando dos pais, é claro, deu um pé na bunda do 'Seu' Lígio para acertar com Giuliano Bertolucci. É brincadeira? Ou seja, optou pelo empresário rico e deu uma banana para quem lhe ajudou de verdade a surgir no mundo da bola.
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Aliás, como é fácil ser empresário no Brasil, hein? Ainda mais se tiver grana para 'convencer' familiares. E se levar em consideração o que ele fez com o São Paulo na ida para Porto Alegre, a situação só se agrava. Comprova que ele já era reincidente nessa atitude no mínimo imoral. E olha que nesse caso a diretoria são-paulina ainda ajudou a família a criar o moleque.
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Bom, só sei de uma coisa: aqui se faz aqui se paga. Ingratidão é uma das atitudes mais feias que infelizmente fazem parte da natureza humana. E como neste sábado o Brasil decidirá o título do Mundial contra Portugal, lógico que estarei na torcida. Mas não pelo sucesso do Oscar. Não gosto de quem só pensa em dinheiro e não valoriza as raízes da vida.

kkkkkkkk


sexta-feira, agosto 19, 2011

Homem dos 6 Milhões

Por acaso fiquei curioso pra ver no que deu no velho "Walti" ou como é mais conhecido o Walter. Lembro de ter achado que ele tava jogando a carreira fora na vida noturna dos cachorros quentes...mas acabei achando algo curioso e estranho. Talvez eu tava em coma quando ele passou pelo Inter mas segundo o PORTO (clube dele em Portugal) eles pagaram 6 Milhões de Euros por ele....mas não pro Inter...e sim para um clube URUGUAIO (Rentistas!!??).

Comé???

Alguem me explica isso melhor? Porque pagaram um clube Uruguaio pelo Walter? E que clube é esse Rentistas, que eles tinham a ver com Walter? Qual foi o valor anunciado na epoca da venda dele?

Veja o comunicado do Clube e um paragrafo no Wikipedia.


O 2º ATACANTE

Engraçado, quando Falcão estava no Beira Rio, não havia dinheiro para contratar, foi só Carvalho voltar, enxotar nosso maior ídolo que as contratações e dinheiro começaram a aparecer. Jô, Ilsinho e agora provavelmente Rafael Tolói. Ficou escancarado que FC queria de todos os jeitos queimar Falcão dentro do Inter, tentar ser a estrela maior do clube. Felizmente, Falcão, Fernandão, Figueroa e outros tantos, serão sempre infinitamente maiores que qualquer dirigente que utiliza o clube para ganhar dinheiro. O tiro saiu pela culatra e vejo que a rejeição a FC continua a crescer.

Mas o que gostaria de dizer é que, estamos contratando tarde, mal e errado. A posição mais carente do clube é a de 2º atacante desde a saída de Sobis. Não temos um atacante driblador, de lado de campo, que possa fazer dupla com Damião. Um Taison, um Sobis, um Fabiano Cachaça... Temos apenas Zé Roberto, que vinha crescendo de produção mas infelizmente se lesionou. Não venham me falar em Luccas Roggia, Siloé e Jô do Cruzeirinho, jogadores pífios... Ilsinho veio, não quer jogar na lateral, quer jogar no meio onde temos Dale, Oscar, Andrezinho e João Paulo. Jô é reserva imediato de Damião, e esta jogando fora de posição e com isso se sacrificando. Cade o companheiro de Damião?? Precisamos deste jogador, tragam Taison de volta! Dagoberto! Acorda Fernandão!!!

Sobre o jogo contra o Flamengo, temos que ir com força máxima, afinal, eu quero no mínimo disputar a LA em 2012, portanto perder mais pontos burros, como Ceará, Bahia e outros, não dá mais... Vamos agradecer Ronaldinho Trairúcho pelo olé que deu no Grêmio com uma goleada e inúmeros pontapés nesse peladeiro!!!

Força máxima Inter!!!


quinta-feira, agosto 18, 2011

TIM TIM!

Camisa que ganhei de um Amigo Colorado ai de POA

Champagne virtual a todos! Mais um ano passa e o ultimo invicto caiu. Viva 1979!!!!

Flamengo tomou 4 do Goianense. No "meu tempo" era dificil ver um time grande tomar 3 ou 4 de seja lá quem for. Era raridade. Ainda mais contra time pequeno. Hoje em dia é comum até Lider tomar goleada. Campeões hoje em dia não são mais os mesmos.

Alguem falou no lateral Ceará que hoje tá com 31 anos e fiquei pensando, bah como esse cara é mais novo que eu!? Pra mim ele tem cara de velho assim como muitos jogadores. Lembra quando tu era mais novo que todos os jogadores? Depois passa um longo periodo onde tu é da mesma idade de jogadores...dos 18 até uns 35....e aí depois tu acorda e tu é até mais velho que Clemer! PQP! Alguem para o tempo!

Nada de poupar

Poupar jogadores contra o Flamengo por causa da recopa?

Perai. Ja vi esse filme antes. Por favor vamos parar com essa palhacada. Ano passado poupamos e poupamos E poupamos para o mundial e de que adiantou? Vamos poupar contra o flamnego aue ta invicto no brasileirao?
Logo o invicto flamengo. Logo o Inter? Alo! Eh dever do inter tentar derrubar a invencibilidade do flamnego a todo custo. Esse titulo de invencibilidade eh nosso e unico. Janestamos no meio do campeonato eneles nao perderam uma. Nao podemos brincar com isso. Inclusive o flamengo se nao me engano so perdeu uma o ano todo.

Alem disso cada partida eh uma final e cada ponto perdido complica nossa classificacao a libertadores. Por favor nao podemos permitir mais esse papo de poupar. Alem disso eh uma partida nao precisa poupar! Isso eh inaceitavel!

Ps. Ontem levAmos tres pontos mas o futebol foi o mesmo de sempre. Levamos um sufocozinho com bola no poste e tudo mais. Nao vamos pensar que dobramos a esquina. Foi mais do mesmo so que sem entregar o ouro.

PPS: O Mais triste é ler os torcedores de resultado que acham que só porque ganhamos com o cu na mão ontem agora estamos prontos pra disputar o titulo. Li nos comentarios do topico previo cada coisa tipo "Agora sim é so trocar esse jogador e temos um timaço" ou "temos um baita elenco". Cada uma que se lê...onde vocês estavam quando a mesma coisa aconteceu depois do Grenal no olimpico? Não aprenderam a lição? Pior é dessa vez uma vitoria comum e sofrida em casa de 1 a 0 e tem gente achando que tudo mudou. Mudou nada. Memorias Curtas não conseguem nem lembrar o que aconteceu no Domingo!

PPPS:

Mas se tiverem que poupar alguem que poupem Bolivar, Nei, Wilson Mathias, Jô e Tinga!

quarta-feira, agosto 17, 2011

Dorival e mudanças

Dorival Júnior chega, e, como herança, tem um time de pernas pro ar. Veio depois de muita especulação e nomes citados, como Cuca e Paulo Autuori. Aliás, fica um parênteses de como essas últimas semanas foram um bom exemplo de que o jornalismo esportivo é, na verdade, um monte de cegos atirando pra ver quem acerta uma maçã no meio de uma pilha de laranjas.

Enfim, não foi uma má contratação. Comparado com esses outros técnicos que foram especulados, foi uma boa contratação. Com o primeiro treino feito, ontem, já dá pra fazer uma pequena análises sobre seus acertos e erros...

Começou bem no sentido de fazer algumas mudanças, como tirar o Tinga e o Wilson Mathias (aleluia). Tudo bem que tirar o Wilson Mathias pode custar um emprego, mas vamos alegres até onde durar.

De ruim, temos o Tite revival, do famoso losango. Tudo bem que finalmente temos dois meias de novo, mas o losango provou ser horrível. Ainda mais depois da saída do Alex, que deixou o D'Ale sozinho, e o esquema passar a ser dá-balão-e-tomara-que-o-Nilmar-consiga-fazer-algo. Temos jogadores capazes de fazer isso dar certo, mas o principal deles está jogando com uma camiseta amarela. Secaremos.

Ainda há algumas mudanças para serem feitas (saída do Bolívar, mas precisamos esperar outro jogador de amarelo voltar). A primeira prova do nosso time vai acontecer hoje. É claro que Dorival não vai mudar completamente o time com apenas um treino, nenhum treinador conseguiria fazer isso. Mas a motivação dos jogadores é fácil de notar e é o que mais importa hoje.

Do jeito que o Brasileirão é enrolado, e tirando o fato que ainda estamos no primeiro turno, eu sonho. E sonho alto. Se ajeitar a casa, dá sim para beliscar o título.

Jogador Cerveja



O papo tá rolando nos comentarios sobre cervejas que originou na conversa sobre os 5 anos da Libertadores. Vamos deixar claro, no SLPTAmerica é cerveja Guinness que eu derrubo na hora do gol na final da Libertadores e não leite! kkkkk

Aí pensei já que jogador de futebol gosta de uma cerveja, qual jogador do Inter se compara a qual cerveja? Vejamos.

Pensem nisso na proxima vez que forem beber aquela bem gelada cerveja. E deixe ai suas sugestoes.

Red Stripe - Garrafa pequena e Jamaicana: Tinga
Budweiser - Grife no Brasil mas fora do Brasil é considerado fraco: D'Alessandro
Guinness - Antiga e Pesada que só dá pra escalar de vez em quando : Indio
Corona - De origem Mexicana mas que nenhum Mexicano conhece - Wilson "Espetacular" Mathias
Ten FIDY - Do Colorado, 10% Alcool, Preta, Dez no nome: Dezinho


King Turkey Beer: Peruzão amigo do "King" e do Fred "Colorado" Worthington: Renan
Kaiser: Nome forte e imponente mas de pouca qualidade: General Bolivar
Blue Moon: Não consegue tomar só uma: Renan
Red Ale Cone: Bom preciso dizer?



Algumas a mais?

Dos Comentaristas:

- ANTARTICA: RUIM E CARA... JÔ
- TECATE: cerveja mexicana bagaceira que inundou o mercado brasileiro uns anos atras, era baratinha, parecia um baita negócio, mas dava uma dor de cabeça do caralho! : Wilson Mathias
- POLAR - Gaúcho, já foi bom mas hoje não presta : Bolivar


5 anos atras

Só pra lembrar um dos grandes momentos do Inter e um video que colocou o Blog Vermelho no mapa. Bons tempos esses hein?





terça-feira, agosto 16, 2011

O tal "psicológico"...

 
Era 1995, último ano do colegial. Mirando os jogos intersérie do segundo semestre, montamos um time de futsal da sala e programamos uma série de três amistosos no primeiro semestre, contra o time do segundo ano. Como acredito que deva ser até comum, o time do segundo ano era fisicamente mais forte que o nosso. Além disso, alguns colegas nossos que repetiram de ano também jogavam no time.

Quem leu meu primeiro texto aqui, já sabe que me considero muito exigente e não gosto de perder, embora saiba (e isso é importante). :-) Bem, os três amistosos foram todos um desastre. Embora eu acreditasse muito no potencial do time, nós fomos goleados em todos os jogos e não foi por pouco não. Era 15 x 2 aqui, 20 x 5 ali. Terrível. Eu saía completamente desmoralizado e desanimado dos jogos, pensando nas perspectivas para o último interséries que iria disputar.

Pois o tempo passou e começaram os jogos. Aqui vale uma menção às características do nosso time. Não éramos fortes. O Caetano era um pouco mais alto, em torno de 1,80m. O resto estava na faixa de 1,68m - 1,75m e éramos todos magrelos. Nosso goleiro, o Goya, era o mais baixo e talvez até mais forte em função disso. Mas futebol não era muito a dele e jogar no gol pelo nosso time foi quase um favor que ele nos fez. Por conta disso, tínhamos que ser muito comedidos nas reclamações com ele quando dos inúmeros frangos que sofria. Uma reclamação mais agressiva e ele pegava as coisas e largava uma "Coloquem outro aí, então". Portanto, cuidado total.

Essa, digamos, "fragilidade" na equipe já nos "deu" a primeira estratégia: "Não podemos deixar os caras chutarem a gol!!!", era nosso mantra no torneio. Fomos para o campeonato e não posso negar que eu temia uma nova goleada. Não me lembro dos resultados no decorrer do campeonato. Só sei que fomos vencendo e chegamos à final, justamente contra o time do segundo ano que, por sorte, não cruzou com a gente antes. Os caras simplesmente massacravam todos os times e nós, diante do retrospecto desanimador dos amistosos, não tínhamos razões para acreditar.

Chegou o dia do jogo final e nosso time se reuniu após o aquecimento pra acertar os últimos detalhes. Como sempre, reforçamos nosso mantra de "não deixar chutar a gol". Mas, além disso, olhamos uns pros outros e havia uma aura de confiança muito grande entre nós. Talvez pela ascensão durante o campeonato, não sei. Por alguma razão, estávamos sentindo que podíamos vencer. Combinamos então de endurecer muito o jogo, de marcar em cima, de dificultar ao máximo a vida dos caras. E assim foi.

O jogo foi uma guerra. Os caras do segundo ano pareciam ter sentido um pouco nossa disposição e de certo modo acredito que foram pegos de surpresa, pois acharam que iam passear contra a gente. Que nada. O placar foi apertado o jogo todo. Eles começaram na frente, nós empatamos. Fizemos o segundo e num chute despretencioso (praticamente um recuo) nosso goleiro tomou um de seus frangos costumeiros... Tinha que ter filmado nossa cara. Olhamos todos uns pros outros querendo morrer. Mas, nada de reclamar. Aliás, é preciso fazer justiça: do mesmo modo que Goya tomava frangos ridículos, ele também fazia defesas incríveis, pois era desses caras meio loucos que se jogam mesmo nas bolas, sem medo.

O jogo seguiu nessa luta, gol pra cá, gol pra lá, até que chegamos nos minutos finais empatados em 6 x 6. Caramba, só de lembrar eu me arrepio, que tensão! Os dois times lutavam muito e eu não acreditava na vontade de vencer que via no meu time, nem sombra da atitude que via nos amistosos. Enfim, nenhum dos dois times conseguiu marcar o gol redentor e fomos para a morte súbita, na prorrogação. Esse momento merecia uma narração especial!

Não demorou muito. O juiz deu a saída de bola, que começou com o time do segundo ano. Estávamos uma pilha e tirávamos força não sei de onde, para não deixar o mínimo espaço para os caras. Rapidamente tomamos a bola e tentamos a primeira jogada. Saída da zaga pelo lado direito, toque de volta para o meio, passe na esquerda e chute pra fora, sem sucesso. Novamente a bola estava com eles e a gente em cima, pois qualquer chute, mesmo um recuo sequer, em direção ao nosso gol poderia ser fatal. O time deles já estava bastante impaciente com nossa marcação pressão e os jogadores já discutiam muito entre si.

Retomamos a posse de bola e saímos em contra-ataque rápido. Eu estava no ataque nessa jogada, na frente da área, de costas pro gol. O Ronaldo saiu da zaga pela esquerda e quando passou do meio-campo encontrou um espaço pra rolar a bola pra mim. Dominei, com marcação atrás e vi que o Caetano vinha livre de frente pra mim e pro gol. Não tive dúvida. Rolei uma bola açucarada, daquelas que você está com o pé sobre a bola e empurra, como com a mão. Então, quando vi que ele ia chutar, virei de costas, tentando sair da frente e só vi a bola novamente quando ela bateu na rede, no fundo do gol. Uma bomba!!! De bico mesmo, daquelas que o cara pega com toda a força que tem. Um golaço!...

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Não sei quantas voltas na quadra e quantos gritos eu dei depois do lance. Não sei se alguma outra vez na vida senti tanta euforia, alegria, orgulho de mim e do meu time. Futebol é mesmo um esporte incrível. Lembro que o Sílvio, grande amigo que jogava pelo segundo ano e um dos principais jogadores deles, ficou tão furioso que ficou um mês sem conversar com a gente, de cara fechada. Foi uma derrota difícil pra ele e histórica pra gente, ainda mais por ser nosso último ano no colégio.

 Homenagem aos pais e ao Damião, nosso goleador!

Essa vitória me fez pensar várias vezes em como é complicado essa coisa de "psicológico" do ser humano em geral mas, neste caso, de jogador. Como explicar tão grande mudança de comportamento de um mesmo time no espaço de alguns meses? Sempre que vejo a oscilação enorme que ocorre no Inter, me lembro desse episódio. O time do Inter é capaz de partidas magistrais seguidas de jogos medonhos e vergonhosos. São os mesmos jogadores, a mesma estrutura, mas o comportamento muda da água para o vinho. Como explicar?